Caderneta Predial
Registo fiscalRegista o valor patrimonial e a área registada. Não confirma se essa área coincide com a planta real — uma lacuna que pode custar caro.
Comprar imóvel em Portugal é opaco e arriscado: não há base pública de preços, não há seguro de título, o Simplex Urbanístico transfere a responsabilidade para o comprador — e o anúncio raramente revela o que realmente importa. A HomeOS ajuda-o a perceber um imóvel antes de assinar.
O que o mercado não lhe diz
Encontrou um imóvel. O agente enviou a ficha. O banco pediu uma avaliação. O CPCV está na mesa.
E ainda não sabe se a área registada coincide com a planta, se as obras de 2019 foram licenciadas, se o condomínio tem derramas pendentes, ou se o Simplex o torna responsável por irregularidades que o vendedor nunca mencionou.
A Caderneta Predial indica o valor patrimonial e a área registada — mas não confirma se essa área corresponde à planta real. A Certidão de Registo Predial confirma a propriedade à data em que foi emitida, mas não revela obras não licenciadas nem dívidas ao condomínio.
A Licença de Utilização confirma que o edifício foi aprovado para habitação em determinado momento — mas não diz se as obras de 2019 foram licenciadas.
Depois há o que o anúncio não menciona. O IMI que vai pagar. As derramas extraordinárias aprovadas na última assembleia. A certificação de gás que caduca em 2028. O risco sísmico da zona. A responsabilidade que o Simplex Urbanístico transfere para si como comprador.
É a experiência habitual de quem compra em Portugal. Um mercado que assume que já sabe tudo aquilo que ninguém lhe disse.
O que o anúncio mostra — e o que omite
Cada imóvel em Portugal tem um conjunto de documentos obrigatórios. O anúncio mostra fotos e preço. Nenhum mostra a história toda — e verificar isso é da sua responsabilidade.
Regista o valor patrimonial e a área registada. Não confirma se essa área coincide com a planta real — uma lacuna que pode custar caro.
Confirma a propriedade e os ónus à data em que foi emitida. Não revela obras não licenciadas nem dívidas ao condomínio.
Confirma que o edifício foi aprovado para habitação em determinado momento. Não diz se obras posteriores foram licenciadas.
Obrigatória nos termos do DL 97/2017. As instalações anteriores a 2018 têm prazo de conformidade até agosto de 2028. Raramente aparece no anúncio.
Obrigatório para arrendar e vender. Válido por 10 anos. A diretiva EPBD da UE associa obrigações de renovação a este certificado.
Inclui contribuições extraordinárias, deliberações de manutenção e atas de assembleia. O vendedor raramente as partilha antes do CPCV.
HomeOS · Ferramentas gratuitas
Três áreas onde a HomeOS já ajuda compradores — custos, riscos e preparação — com ferramentas gratuitas disponíveis agora.
O preço pedido nunca é o preço total. Calcule o que vai pagar de facto — impostos, despesas e primeiro ano de propriedade — antes de fazer uma proposta.
Portugal transferiu a responsabilidade de obras para o comprador com o Simplex. Estas ferramentas assinalam o que o anúncio não revela sobre risco legal e físico.
Os passos administrativos apanham compradores estrangeiros desprevenidos. NIF, conta bancária, revisão do CPCV — mapeados à sua nacionalidade e cronologia.
"Entre ver o anúncio e perceber o que está realmente a comprar —é aí que a HomeOS atua."
Lista de espera
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